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quarta-feira, 15 de abril de 2020
terça-feira, 16 de agosto de 2016
Ministério da saúde lança site de materiais pedagógicos para download
CLIQUE PARA CONFERIR:
http://www.criancascontrazika.com.br/
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Como os vírus são cultivados em ovos para a produção de vacinas
A
vacina tem como função estimular o nosso sistema imunológico a criar
"armas" contra antígenos (vírus, bactérias) que invadem nosso
organismo. Elas são produzidas com antígenos inativados ou atenuados que serão
introduzidos em nosso corpo com objetivo de estimular a produção de anticorpos
(armas) e células de memória do nosso sistema imunológico. Assim, quando
antígeno de determinada doença invadem nosso corpo, as "armas" contra
os mesmo, já estarão prontas para elimina-lo rapidamente, evitando assim, os
sintomas da doença.
Veja como a vacina é produzida:
Processo inclui gente, ovos e paciência
1.
Coleta - Médicos vão até pessoas infectadas e coletam amostras de sangue e catarro, que
vão para o laboratório onde o vírus é isolado.
2.
Inoculação - Amostras são injetadas em ovos, que são colocados em incubadoras. O vírus se
multiplica dentro dos ovos por um prazo de 2 a 5 dias.
3.
Colheita - Uma máquina abre os ovos e extrai seu conteúdo, que é filtrado para isolar os
vírus. Cada ovo dá para fazer 1 a 3 doses de vacina.
4. Inativação - Os
vírus são mortos pelo contato com uma solução de formol. A vacina é elaborada
com fragmentos deles que, quando injetados no paciente, ativam seu sistema
imunológico.
5. Atenuação - Neste método, o vírus é resfriado ou diluído (através de sucessivas inoculações
de ovos) até que perca parte de sua força. A vacina contém vírus vivo.
6. Vacina de DNA - Técnica ainda em fase experimental. A vacina não contém vírus morto nem
enfraquecido só os genes dele. Isso supostamente torna a imunização mais eficaz
e segura.
sábado, 6 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Zika vírus - Transmitido pelo Aedes aegypti
OMS reconhece relação entre zika vírus e casos de microcefalia
A Organização
Pan-Americana de Saúde e a Organização Mundial de Saúde emitiram um alerta,
nesta terça-feira, em que reconhecem oficialmente a associação entre o zika
vírus e os casos de microcefalia no Brasil. Segundo o comunicado,
"análises preliminares conduzidas pelos órgãos de saúde brasileiros
indicam que o grande risco de microcefalia ou anomalias congênitas em
recém-nascidos está associado à infecção pelo zika vírus no primeiro trimestre
de gravidez".
No ano 2000, a ocorrência de microcefalia em recém-nascidos no Brasil era de 5,5/100.000 nascimentos. Em 2010 era de 5,7/100.000 nascimentos. Já em 2015 essa taxa saltou para 99,7/100.000 nascimentos, com 1.248 casos já confirmados.
No ano 2000, a ocorrência de microcefalia em recém-nascidos no Brasil era de 5,5/100.000 nascimentos. Em 2010 era de 5,7/100.000 nascimentos. Já em 2015 essa taxa saltou para 99,7/100.000 nascimentos, com 1.248 casos já confirmados.
A OPAS/OMS reforçou as recomendações para que os
países com presença do Aedes aegypti continuem seus esforços na implementação
de estratégias efetivas de controle do vetor com ênfase no diálogo com a
população. Além do Brasil, há a confirmação de circulação do zika vírus na
Colômbia, El Salvador, Guatemala, México, Paraguai, Suriname, Venezuela e na
Ilha de Páscoa, onde houve a primeira confirmação do vírus, em 2012.
O Ministério da Saúde também já iniciou uma campanha para prestar informações e orientar a população, especialmente gestantes.
O Ministério da Saúde também já iniciou uma campanha para prestar informações e orientar a população, especialmente gestantes.








